Baterias e Equipamentos de Carros Alta Floresta D'Oeste RO

Baterias e Equipamentos de Carros em Alta Floresta D'Oeste. Encontre endereços e telefones de lojas, concessionárias e autorizadas em Alta Floresta D'Oeste que vendem Baterias e Equipamentos de Carros.

Autominas
(69) 3641-2435
Avenida Brasil 5484
Alta Floresta D'Oeste, Rondônia
 
Autopeças Tupi
(69) 3442-2034
Avenida 25 de Agosto 4489
Rolim de Moura, Rondônia
 
Kelven Veículos
(69) 3442-4232
Avenida 25 de Agosto 4164
Rolim de Moura, Rondônia
 
Leleco Acessórios
(69) 3222-7279
Rua Raimundo Cantuária, 3222 Nova Porto Velho
Porto Velho, Rondônia
 
Vipal Auto Center
(69) 3221-4104
Avenida Marechal Rondon, 3456
Vilhena, Rondônia
 
Autopeças Ravena
(69) 3641-2315
Avenida Brasil 4225
Alta Floresta D'Oeste, Rondônia
 
Eletro Puma
(69) 3442-2225
Avenida 25 de Agosto 4340
Rolim de Moura, Rondônia
 
Scarsom
(69) 3321-3131
Avenida Capitão Castro 3650
Vilhena, Rondônia
 
Produsom Som e Acessórios
(69) 3521-5294
Rua Marechal Rondon 3140
Jaru, Rondônia
 
S P Acessórios
(69) 3461-3970
Avenida Marechal Rondon 613
Ouro Preto do Oeste, Rondônia
 

Baterias e Equipamentos de Carros

Muitos motoristas já passaram pela situação de voltar ao carro, girar a chave na ignição e nada do veículo funcionar porque a bateria havia perdido a carga. O que fazer nessa hora? Saiba como agir nesses casos e como evitar que a falta de energia no automóvel faça você perder tempo.

Quando não conseguir fazer o carro pegar, é necessário primeiro verificar se realmente o problema é na bateria, como explica o gerente de produtos das Baterias Moura, Antônio Gomes Pereira Júnior. “Como você tem certeza de qual é problema, se o motor de partida for acionado, fizer barulho, não é bateria. Se ficar em silêncio, pode ser que a bateria esteja descarregada”, diz.

Após constatar o problema, Pereira recomenda que primeiro se tente recarregar a bateria, para que se possa fazer uma análise. “Depois que ela estiver carregada, se faz uma analise medindo a tensão usando equipamentos para simular a partida do veículo”, explica. Isso é necessário para definir se a peça apenas descarregou e pode ser recarregada para seguir seu uso ou se está com algum defeito mais sério, que tornará necessária a troca por uma nova.

A cada partida que se dá no veículo é tirada um pouco da energia da bateria, mas automaticamente o alternador é acionado para repor a energia. Caso a bateria esteja com defeito, porém, ela não recarrega e precisa ser substituída. Se ainda esteja na garantia, pode ser trocada.

Evite cabos adicionais

Quando o carro morre, muitos motoristas recorrem à famosa “chupeta”, ou seja, usar cabos para puxar a energia da bateria de outro veículo. Mas, para ele, isso é um erro. “Uma chupeta pode queimar um componente eletrônico do carro”, alerta. Mas se mesmo assim o motorista fizer por risco dele, a sugestão é que leve a bateria para recarregá-la, pois o alternador pode não dar conta de carregar completamente.

Em algumas auto-elétricas se recomenda que o motorista, após fazer o carro pegar, dê uma volta mais longa para recarregar a bateria com o alternador. “Isso às vezes é ruim, porque não recarrega totalmente”, diz Pereira. Assim, quando a bateria volta a apresentar falta de energia, o condutor é levado a acreditar que ela está com problema, quando na verdade só não estava totalmente recarregada.

Para diminuir os riscos de ficar sem bateria, algumas dicas podem ser seguidas. A primeira é ter atenção com a corrente de stand by, presente em todos os veículos. Mesmo parado, o veículo consome energia da bateria com equipamentos eletrônicos que nunca desligam, como a central de injeção eletrônica, o alarme e a parte frontal do rádio. Por isso, é aconselhado retirar a frente do rádio, quando possível, para evitar o consumo de energia. Além disso, deixar rádio ou faróis ligados com o carro desligado vai acelerar a descarga da bateria.

Além de cuidar para desligar tudo, usar produtos homologados pelas montadoras e que se encaixem na capacidade da bateria, para evitar que em pouco tempo a bateria seja descarregada. Em casos de sons potentes, por exemplo, é preciso avaliar se a peça tem a capacidade suficiente.